Sinto que está nas palavras. Esse problema sim, o de expressão. Sinto que mora nas palavras. Não.
Esse ciúme de quem esqueceu o amor, esse ciúme bruto de quem magoa por se sentir do mesmo jeito. Não sejas assim. Não somos dessa forma, nunca vamos ser.
Olha o quão bonitos somos, a luz que transpiramos juntos. Respira comigo, o amor, a luz.
Vamos abraçar-nos e ouvir esse som das teclas do piano que temos no quarto, que mora connosco, vamos cantar os dois só mais uma vez com a voz de um só. Pára por favor. Pensa comigo. Como um só!
VEM! Porra, vamos lavar o que nos dói. Vamos brotar o amor.
Se eu disser que amo melhora? Já sei que não.
Mudemos isso. Afinal, mudam-se os tempos mudam-se as vontades.
Oh, por favor. Ri comigo, sorri pelo menos.
Tira a gravata se for preciso mas grita o meu nome.
Adoro-te. Por isso sorri. Deixa-me ver o verde dos olhos no coração. Deixa-me sentir esse mar de coisas que trazes. Não vamos perder.
O desencanto não vai morar aqui, traz-me mais dessa água de amor.
Por isso, vem cá. Vamos jogar. Todos os dias. Um jogo novo.
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