quarta-feira, 16 de abril de 2014

Volto à arte de não saber o que eu própria vivo e quero guardar. É como se cada vez que tento escrever uma linha viesse um novo acordo que diz que está mal escrito e claro, a editora manda-me o poema de volta. Sim, pra mim uma linha trata-se de um poema se estiver lá todo o meu amor e vida.
São fases, e que belas serão daqui a anos eu sei, sorrirei com pena da minha pequenez.
Ohh como gostava de um dia de sossego e 100 horas de descanso a ler o teu livro, na humildade do que escrevo cada dia e em algumas manhãs; tardes também. Ou noites... não sei.  Chocolate
Quero viver de mim isso é certo, mas como de mim senão de ti? E és quem tu chamado de mil nomes e duas que iguais.. AI
Que pare o desassossego e venha a plenitude das cores, a harmonia das formas e das notas que quero contigo, sejas tu quem fores.
Beijo

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