domingo, 26 de abril de 2015

Deixem-me viver aquilo que imaginei, deixem-me sonhar com tudo o que pintei, deixem-me viver tudo aquilo que sonhei, tudo por que lutei, tudo o que perdi. Deixem-me ter as rosas que deixei naqueles lençóis sedentos, deixem-me encontrar o perfume que outrora usei e perdi, quero de volta as lágrimas que perdi, os sorrisos que não mais vi. Deixem-me ter-me a mim, de volta, mais tarde ou mais cedo. Quero encontrar tudo aquilo que perdi de mim, viver aquilo para que vim.
Deixem-nos ser, o que outrora fomos, com o que seremos. Outra vez.

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