sábado, 12 de abril de 2014

não estava à espera.
Eram cerca das 22 e cai-me uma bomba no coração. Paralisam os pulmões, encrava o estômago viram costas os rins.
E agora? Não. Mais uma vez não.
Vou fechar-me com mil cadeados desta vez, chega de mais mil pesos em cima.
Vou dormir, sem respirar e desta vez, dizer que não.

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